terça-feira, 9 de novembro de 2010 | | 0 comentários

PreveNor 2010


Prevenor supera todas as expectativas. Feira deverá atrair 10.000 visitantes a Recife, de 24 a 26 de novembro
 A 9ª PreveNor, maior feira prevencionista das regiões Norte e Nordeste do Brasil, supera todas as expectativas. Nada menos que 53 expositores de todo o país estarão expondo suas novidades em equipamentos e serviços, propondo soluções para as áreas de segurança do trabalho e emergência, em três dias de feira – de 24 a 26 de novembro.
   Com a segunda edição em Recife, a PreveNor 2010 está superando todas as expectativas. Grandes nomes dos setores de SST e Emergência estarão participando, e mostrando suas novidades para o Norte e Nordeste do Brasil.

   Estão sendo aguardados em torno de 10.000 visitantes que poderão, além de conhecer os lançamentos das empresas, participar de eventos como seminários, congressos, cursos e workshops de qualificação profissional. Entre as atividades paralelas à feira estão programados 11 eventos de capacitação e atualização profissional.

   Entre eles, estarão sendo realizados o 4º Seminário Nacional de Ergonomia Aplicada ao Trabalho, o 2º Encontro Norte-Nordeste dos Técnicos de SST, o II Ciclo de Palestras em Engenharia de Segurança do Trabalho, a 2ª Jornada do SAMU Metropolitano do Recife, o 9º Seminário Norte-Nordeste de Saúde, Segurança no Trabalho e Emergência, o Encontro Norte-Nordeste dos Profissionais de Emergência e o Encontro dos Bombeiros Civis.

   Também serão realizados sete workshops para o aperfeiçoamento técnico do profissional da área de SST, como análise ergonômica, dano moral e assédio sexual na empresa e a justiça do trabalho, proteção respiratória, entre outros. Para contemplar os profissionais que almejam ampliar seus conhecimentos específicos na área de resgate, serão disponibilizados quatro workshops de emergência e proteção contra incêndio.
  
   A PreveNor  acontecerá no Centro de Convenções de Pernambuco – Complexo Viário Vice-Governador Barreto Guimarães, s/nº - Salgadinho Recife, um espaço que foi ampliado, reformado e modernizado.

   O local oferece como vantagens o fato de ter acesso facilitado, já que está localizado na confluência entre as cidades de Olinda e Recife e localizado nas proximidades de shopping centers, casas de shows, parques de diversão e distante apenas 12km do Aeroporto Internacional Gilberto Freyre. Além de toda uma infra-estrutura que inclui auditórios, salas de reuniões, Pavilhão de Exposições e Espaço Cultural, o Centro de Convenções dispõe de estacionamentopara 2.500 veículos, facilitando o acesso dos visitantes à feira.
Mais informações pelo site: www.prevenor.com.br

quarta-feira, 3 de novembro de 2010 | | 0 comentários

SENAERGO

sábado, 23 de outubro de 2010 | | 0 comentários

Hérnia de Disco "Doença Ocupacional".?



A hérnia de disco não consta em listas de doenças ocupacionais preestabelecidas. No entanto, isso não impede que seja vista como tal. Já que doenças ocupacionais são as que estão diretamente relacionadas à atividade desempenhada pelo trabalhador ou às condições de trabalho às quais ele está submetido. As mais comuns são as Lesões por Esforços Repetitivos ou Distúrbios Osteomoleculares Relacionados ao Trabalho (LER/DORT). Podendo ser caracterizada, desde que seja constatada a ocorrência de nexo epidemiológico entre o trabalho e a doença motividadora da incapacidade para o trabalho, nos termos do art. 21-A, da Lei nº. 8.213, de 24/07/1991, na redação dada pela Lei nº. 11.430, de 26/12/2006.
Assim, o trabalhador deverá requerer à Perícia Médica do INSS para analisar seus antecendentes médicos e manifestar sobre a ocorrência de nexo técnico epidemiológico entre o trabalho e a doença que incapacita o mesmo. Se assim for considerado, terá as garantias trabalhistas decorrentes de acidente do trabalho, entre as quais a de manutenção do contrato de trabalho por um ano após a cessação do benefício.
Vejam exemplos de duas situações onde o Juiz declara na primeira situação que a Hérnia de Disco teve origem traumática relacionada com as atividades exercidas, e no segundo caso declara a inexistência de nexo de causalidade entre as atividades laborais e a doença ocupacional.

Os Tribunais ratificam o posicionamento mencionado ao decidirem:
Acordão de Tribunal Regional do Trabalho - 4ª Região (Porto Alegre - RS), 14 de Outubro de 2009 - VISTOS e relatados estes autos de RECURSO ORDINÁRIO interposto de sentença proferida pelo MM. Juiz da 1ª Vara do Trabalho de Gravataí, sendo recorrente SYNTEKO PRODUTOS QUÍMICOS S.A. e recorrido JOÃO CARLOS MICHELENA. DOENÇA OCUPACIONAL. HÉRNIA DE DISCO DE ORIGEM TRAUMÁTICA. EXISTÊNCIA DE NEXO CAUSAL. PROVA PERICIAL E TESTEMUNHAL QUE ATESTAM QUE A DOENÇA PROFISSIONAL APRESENTADA FOI CAUSADA POR EPISÓDIO DE ORIGEM TRAUMÁTICA RELACIONADO COM AS ATIVIDADES EXERCIDAS NA RECLAMADA. Apelo provido em parte apenas para reduzir o montante fixado na origem para o dano material, observada a extensão do dano, bem como os valores normalmente deferidos nesta Justiça Especializada para casos semelhantes.


Acórdão Inteiro Teor nº AI-3055/2005-022-23.40 de 1ª Turma, 14 de Novembro de 2007 TST - AIRR - 3055/2005-022-23-40.0 - Data de publicação: 07/12/2007 PROC. Nº  TST-AIRR-3055/2005-022-23-40.0 - PROC. Nº TST-AIRR-3055/2005-022-23-40.0 A C Ó R D Ã O 1ª TURMA - AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO DE REVISTA - DANO MORAL ADVINDO DE ACIDENTE DE TRABALHO - INEXISTÊCNCIA DE NEXO DE CAUSALIDADE ENTRE AS ATIVIDADES LABORAIS E A DOENÇA DESENVOLVIDA. O aresto trazido para a configuração do dissídio de teses não atende ao princípio da especificidade, ínsito no item I, da Súmula nº 296 do TST, à medida que se refere à existência de nexo causal entre as atividades desenvolvidas pelo empregado e a doença por ele contraída, consubstanciada em lesão de hérnia de disco lombar decorrente de tarefas que exigiam esforço físico repetitivo, ao passo que na situação sub oculi ficou patente no decisum rechaçado o caráter eminentemente degenerativo da doença desenvolvida pelo reclamante, peculiaridade que não enseja sua inserção como seqüela de doença profissional ou acidente de trabalho. Agravo de instrumento desprovido.


Pesquisa e Texto produzido por: Carolina Santos / Bacharel em Direito pela Uneb.



segunda-feira, 4 de outubro de 2010 | | 0 comentários

O que você sabe sobre extintores?



EXTINTOR DE PÓ QUÍMICO SECO
O agente extintor pode ser o BICARBONATO DE SÓDIO ou de POTÁSSIO que recebem um tratamento para torná-los em absorvente de umidade. O agente propulsor pode ser o GÁS CARBÔNICO ou NITROGÊNIO. O agente extintor forma uma nuvem de pó sobre a chama que visa a exclusão do OXIGÊNIO; posteriormente são acrescidos à nuvem, GÁS CARBÔNICO e o VAPOR DE ÁGUA devido a queima do PÓ.
EXTINTOR DE GÁS CARBÔNICO (CO2)

O GÁS CARBÔNICO é material não condutor de ENERGIA ELÉTRICA. O mesmo atua sobre o FOGO onde este elemento (eletricidade) esta presente. Ao ser acionado o extintor , o gás é liberado formando uma nuvem que ABAFA E RESFRIA. É empregado para extinguir PEQUENOS focos de fogo em líquidos inflamáveis (classe B) e em pequenos equipamentos energizados (classe C).

EXTINTOR DE ÁGUA PRESSURIZADA - PRESSÃO PERMANENTE
Não e provido de cilindro de gás propelente, visto que a água permanece sob pressão dentro do aparelho. Para funcionar, necessita apenas da abertura do registro de passagem do líquido extintor.
EXTINTOR DE ÁGUA – PRESSÃO INJETADA
Fixado na parte externa do aparelho está um pequeno cilindro contendo o gás propelente, cuja a válvula deve ser aberta no ato da utilização do extintor, a fim de pressurizar o ambiente interno do cilindro permitindo o seu funcionamento. O elemento extintor é a água, que atua através do resfriamento da área do material em combustão. O agente propulsor (propelente) é o GÁS CARBÔNICO (CO2).
Manutenção

- Os extintores de gás carbônico devem ser inspecionados semestralmente. Os demais,anualmente.
- Quando o extintor de incêndio estiver submetido à ação do tempo e à condições agressivas, merecem atenção especial quanto aos prazos para inspeção mencionados no item anterior, que podem ser reduzidos em razão do estado em que o extintor se apresentar.

- Exija, da empresa que fará a manutenção, extintores substitutos para deixar no local, garantindo sua segurança e a do seu patrimônio e, também, a ordem de serviço devidamente preenchida e assinada pelo técnico responsável. Assim como a relação das peças trocadas.

- Indicador de pressão: todos os extintores que possuem esse indicador devem ser verificados se o mesmo está na posição correta, com o ponteiro na área verde.
- O extintor não deve apresentar sinais de ferrugem ou amassados.

Manutenção

- Os extintores de gás carbônico devem ser inspecionados semestralmente. Os demais,anualmente.
- Quando o extintor de incêndio estiver submetido à ação do tempo e à condições agressivas, merecem atenção especial quanto aos prazos para inspeção mencionados no item anterior, que podem ser reduzidos em razão do estado em que o extintor se apresentar.

- Exija, da empresa que fará a manutenção, extintores substitutos para deixar no local, garantindo sua segurança e a do seu patrimônio e, também, a ordem de serviço devidamente preenchida e assinada pelo técnico responsável. Assim como a relação das peças trocadas.

- Indicador de pressão: todos os extintores que possuem esse indicador devem ser verificados se o mesmo está na posição correta, com o ponteiro na área verde.
- O extintor não deve apresentar sinais de ferrugem ou amassados.

Localização:
Independentemente da área ocupada, a unidade deve possuir no mínimo dois extintores para cada pavimento. Abaixo a tabela apresenta as condições estabelecidas para uma unidade extintora:

Área coberta por unidade extintora
Risco do fogo
Distância máxima a ser percorrida
500 m2
Pequeno
20 metros
250 m2
Médio
10 metros
150 m2
Grande
10 metros

Os extintores devem ser colocados em locais de fácil visualização, de fácil acesso e onde haja menos probabilidade do fogo bloquear o seu acesso.
Os locais destinados aos extintores devem ser assinalados por um círculo vermelho ou por uma seta larga, vermelha com bordas amarelas. O local no piso onde está localizado o extintor deve ser pintado de vermelho, não podendo ser obstruído de forma nenhuma. Esta área deve ter no mínimo 1,0 metro x 1,0 metro.
Não devem ter sua parte superior a mais de 1,60 metros acima do piso e nem podem estar localizados nas paredes de escadas.



quarta-feira, 8 de setembro de 2010 | | 0 comentários

Primeiros Socorros




Lesões Ósseas




 FRATURAS
É a ruptura do osso. O PRIMEIRO SOCORRO consiste em impedir o deslocamento das partes quebradas, evitando assim o agravamento da lesão.

 AS FRATURAS PODEM SER

  • Fechadas - quando o osso quebrado não perfura a pele.
  • Exposta - quando o osso quebrado rompe a pele.
 COMO SE MANIFESTA
Dor e edema (inchaço) local, Dificuldade ou incapacidade de movimentação, Posição anormal da região atingida. Há uma sensação de atrito das partes ósseas no local da fratura, em fratura expostas há a rotura da pele com exposição do osso fraturado.
 COMO PROCEDER
Fratura Fechada
Mantenha a vítima em repouso, evite movimentar a região atingida e o estado de choque. Aplique compressas geladas ou saco de gelo no local lesado, até posterior orientação médica. Imobilize o local usando tábua, papelão, jornal ou revistas dobradas, travesseiro, manta e tiras de pano.
Proteja a região lesada usando algodão ou pano, afim de evitar danos à pele, faça a imobilização de modo que o aparelho atinja as duas articulações próximas à fratura.
Amarre as talas com ataduras ou tiras de pano com firmeza, SEM APERTAR, em 4 pontos:

  • ACIMA e ABAIXO DO LOCAL DA LESÃO.
  • ACIMA e ABAIXO das articulações próximas à região lesão.
Remova a vítima para o hospital mais próximo, após a imobilização
IMPORTANTE: Não tente reduzir a fratura (colocar o osso quebrado no lugar)
Fratura Exposta
Mantenha a vítima em repouso, evite movimentar a região atingida. Estanque a HEMORRAGIA e faça um curativo protetor sobre o ferimento, usando compressas, lenço ou pano limpo.
Evite o estado de choque, aplique compressas geladas ou saco de gelo no local lesado, até posterior orientação médica.
Imobilize o local usando tábua, papelão, jornal ou revistas dobradas, travesseiro, manta e tiras de pano. Remova a vítima para o hospital mais próximo, após a imobilização.
IMPORTANTE: Não tente reduzir a fratura (colocar o osso quebrado no lugar).
FRATURA DE CLAVÍCULA
 COMO SE MANIFESTA
Dor intensa no local da fratura e o acidentado não consegue movimentar o braço do lado afetado e sustento com o outro braço na altura do cotovelo para diminuir a dor.
 COMO PROCEDER

  • Mantenha a vítima em repouso.
  • Evite movimentar a região atingida.
  • Coloque um chumaço de algodão ou pano dobrado entre o braço lesado e o tórax (região axilar).
  • Fixe o braço de encontro ao tórax, usando duas faixas de pano.
  • Ampare o antebraço com uma tipóia (lenço triangular ou tira).
  • PROCURE UM MÉDICO.
FRATURA DE BRAÇO (úmero)
 COMO PROCEDER

  • Mantenha a vítima em repouso
  • Evite movimentar a região atingida
  • Coloque um chumaço de algodão ou pano dobrado entre o braço lesado e o tórax (região axilar)
  • Proteja o face externa do braço com uma tala, do ombro ao cotovelo
  • Fixe o braço assim protegido de encontro ao tórax, usando duas faixas de pano
  • Ampare o antebraço com uma tipóia (lenço triangular ou tira)
  • PROCURE UM MÉDICO

FRATURA DE ANTEBRAÇO (rádio e ou ulna)
 COMO PROCEDER

  • Mantenha a vítima em repouso.
  • Evite movimentar a região atingida.
  • Dobre o antebraço, mantendo o polegar voltado para cima.
  • Proteja a região a ser imobilizada com algodão ou pano limpo.
  • Coloque duas talas nas faces interna e externa do antebraço, ULTRAPASSANDO o cotovelo e os dedos.
  • Ampare o antebraço com uma tipóia (lenço triangular ou tira).
  • PROCURE UM MÉDICO.

FRATURA DE PUNHO
 COMO PROCEDER

  • Mantenha a vítima em repouso.
  • Evite movimentar a região atingida.
  • Dobre o antebraço, mantendo o polegar voltado para cima.
  • Proteja a região a ser imobilizada com algodão ou pano limpo.
  • Coloque duas talas nas faces interna e externa do antebraço, ULTRAPASSANDO o cotovelo e os dedos.
  • Ampare o antebraço com uma tipóia (lenço triangular ou tira).
  • PROCURE UM MÉDICO.

FRATURA DE COXA (fêmur)
 COMO SE MANIFESTA

  • Dor intensa agravada pela movimentação.
  • Dificuldade ou incapacidade de movimentação.
  • Posição anormal da região atingida, podendo ocorrer a rotação do pé.
 COMO PROCEDER

  • Mantenha a vítima em repouso e em decúbito dorsal (deitada de costa).
  • Proteja todo o membro com um pano ou algodão.
  • Imobilize o membro fraturado na posição ENCONTRADA.
  • Coloque duas talas, uma ao longo de toda a face externa, do tornozelo até a axila (na falta de uma tala use cabo de vassoura, guarda-chuva, ripa ou tábua) e a outra na face interna, do tornozelo a virilha.
  • PROCURE UM MÉDICO.

FRATURA DE PATELA
 COMO PROCEDER

  • Mantenha a vítima em repouso e em decúbito dorsal (deitada de costa).
  • Proteja todo o membro com um pano ou algodão, preenchendo o vão do joelho para firmar a articulação.
  • Coloque uma tala na face posterior (atrás) da perna, do calcanhar até à parte superior da coxa (na falta da tala use ripa ou tábua).
  • PROCURE UM MÉDICO.

 FRATURA DE PERNA (tíbia e fíbula)
 COMO SE MANIFESTA

  • Dor intensa agravada pela movimentação.
  • Edema (inchaço) local.
  • Deformação ou não ao nível da lesão.
 COMO PROCEDER

  • Mantenha a vítima em repouso e em decúbito dorsal (deitada de costa).
  • Proteja todo a perna com um pano ou algodão.
  • Imobilize a região fraturada na posição ENCONTRADA.
  • Coloque duas talas nas faces internas e externas da perna, ULTRAPASSANDO o joelho e o pé (na falta de talas use cabo de vassoura, guarda-chuva, ripa ou tábua).
  • PROCURE UM MÉDICO.

FRATURA DE TORNOZELO
 COMO PROCEDER

  • Imobilize como se fosse fratura de perna.
FRATURA DO PÉ
 COMO PROCEDER

  • Remova (se possível) cuidadosamente o calçado da vítima.
  • Proteja a região atingida, até o meio da perna, com pano ou algodão.
  • Imobilize o pé e parte da perna, utilizando o próprio sapato, revista, tábua ou travesseiro.
  • PROCURE UM MÉDICO.

FRATURA DE CRÂNIO (cabeça)
 COMO SE MANIFESTA

  • Perda de sangue pelas narinas ou ouvidos.
  • Inconsciência ou não.
  • Náuseas e vômitos podem surgir imediatamente ou horas após o acidente.
 COMO PROCEDER

  • Mantenha a vítima em repouso e recostada.
  • Aplique compressas geladas ou sacos de gelo na região atingida.
  • Estanque a HEMORRAGIA.
  • Evite o ESTADO DE CHOQUE.
  • Inicie a respiração de socorro boca-a-boca, em caso de parada respiratória.
  • Execute a massagem cardíaca externa, associada a respiração de socorro boca-a-boca, se a vítima apresentar ausência de pulso e pupilas dilatadas.
  • Envolva o pescoço da vítima com pano até oferecer apoio à cabeça e coloque lateralmente travesseiros ou almofadas, a fim de impedir movimentos para os lados.
  • Remova IMEDIATAMENTE a vítima para o hospital mais próximo.
IMPORTANTE: Toda a vítima com traumatismo de crânio NECESSITA de assistência médica IMEDIATA. NÃO PERCA TEMPO.
ESCALA DE COMA DE GLASGOW (ECG)
A escala de coma de Glasgow é um instrumento de avaliação e diagnóstico, servindo para acompanhamento do estado neurológico da vítima, uniformizando padrões clínicos mundiais sobre a vítima. Para tanto, são atribuídos valores numéricos às seguintes respostas da vítima: abertura ocular, resposta verbal e resposta motora. A pontuação somada em cada um destes itens reflete o status neurológico da vítima.
A pontuação mínima é 03 e a máxima 15, quanto menor a pontuação mais grave é a lesão, quanto maior a pontuação melhor é o estado da vítima. Pontuação menor ou igual a 08, a vítima é considerada em estado de coma.



ParâmetrosRespostaPontosO que significa
Espontânea4Olhos abertos e piscando.
ABERTURAAo comando verbal3Abre os olhos só quando se fala com a pessoa.
OCULARÀ dor2Abre os olhos só com algum estímulo doloroso.
Sem resposta1Não abre os olhos de forma alguma.
Orientada5Sabe o nome, a idade, o dia da semana, onde mora,...
MELHORConfusa4Confusão de idéias. Ainda responde a alguma pergunta.
RESPOSTAPalavras desconexas3Articula palavras inteiras mas sem sentido algum.
VERBALEmite sons2Não fala nenhuma palavra apenas sons ou ruídos.
Sem resposta1Não emite nenhuma palavra ou som.
Obedece a comandos6Diante de um pedido, consegue erguer um membro
MELHORLocaliza a dor5Não move o membro, mas sabe onde está doendo.
RESPOSTAFlexão normal4Diante de um estímulo doloroso, afasta o membro deste.
MOTORAFlexão anormal3Decorticação: braços dobrados por cima do corpo.
Extensão anormal2Descerebração: corpo envergado. Punhos para fora.
Sem resposta1Nenhuma reação motora.
 Fratura de Coluna Vertebral (espinha)
 COMO SE MANIFESTA

  • Dor local após forte traumatismo.
  • Dormência nos membros.
 COMO PROCEDER

  • Mantenha a vítima em REPOUSO ABSOLUTO.
  • Evite o ESTADO DE CHOQUE.
  • Utilize uma SUPERFÍCIE DURA, maca, tábua, porta, etc., para o transporte do acidentado.
  • Solicite ajuda de pelo menos cinco (05) pessoas, totalizando com você seis (06) pessoas, para transferir o acidentado, do local onde foi encontrado, para a maca.
  • Movimente o acidentado COMO UM BLOCO, isto é, desloque todo o corpo ao mesmo tempo, evitando mexer separadamente a cabeça, o pescoço, o tronco, os braços e as pernas.
  • Imobilize o acidentado em decúbito dorsal (deitado de costa) ou em decúbito ventral (deitado de barriga para baixo), preenchendo as curvaturas do corpo com panos dobrados, afim de evitar a movimentação da coluna.
  • Evite paradas bruscas do veículo, durante o transporte.
  • SOLICITE, sempre que possível, a ASSISTÊNCIA DE UM MÉDICO na REMOÇÃO da vítima.
IMPORTANTE: A movimentação inadequada poderá causar ao acidentado DANOS IRREPARÁVEIS (lesão Medular).

 Fratura de Costela
 COMO SE MANIFESTA

  • Dor local agravado com os movimentos respiratórios.
 COMO PROCEDER

  • Mantenha a vítima em repouso em posição confortável.
  • PROCURE UM MÉDICO.
 Fratura de Pelve (bacia)
 COMO SE MANIFESTA

  • Dor local após forte traumatismo, que se agrava com a movimentação.
 COMO PROCEDER

  • Mantenha a vítima em REPOUSO ABSOLUTO e em decúbito dorsal.
  • Utilize uma SUPERFÍCIE DURA, maca, tábua, porta etc., para o transporte do acidentado.
  • Solicite a ajuda de pelo menos cinco (05) pessoas para transferir o acidentado, do local em que foi encontrado, para a maca.
  • Movimente o acidentado COMO UM BLOCO, isto é, desloque todo o corpo ao mesmo tempo, evitando mexer separadamente a cabeça, o pescoço, o tronco, os braços e as pernas.
  • Proteja lateralmente a bacia, usando travesseiros, almofadas ou cobertores dobrados.
  • Coloque entre as pernas um pano dobrado (um paletó, por exemplo).
  • Imobilize a bacia com faixa de pano bem larga ou lençol, fixando o acidentado à maca.
  • Amarre com uma faixa de pano o tórax, os joelhos e tornozelos, para maior firmeza na imobilização.
  • Evite o ESTADO DE CHOQUE.
  • Remova IMEDIATAMENTE a vítima para o hospital mais próximo.
IMPORTANTE: A fratura de pelve pode ocasionar perfuração de órgãos internos, hemorragia e conseqüentemente estado de choque. EVITE A MOVIMENTAÇÃO DESNECESSÁRIA DO ACIDENTADO.
Autores:
Prof. Elzio Teobaldo da Silveira CREF 000230-G/DF
Prof. Alexandre Fachetti Vaillant Moulin CREF 000008-G/DF - alfachetti@uol.com.br
Conselheiros do Conselho Regional de Educação Física da 7º Região.
Palestrantes sobre Socorros e Urgências em Atividade Física.