quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016 | | 0 comentários

1° Congresso Regional de Segurança do Trabalho do Vale do São Francisco.


1° Congresso Regional de Segurança do Trabalho do Vale do São Francisco. 
Dia : 30 de Abril
Local: Univasf em Juazeiro-BA
Inscrições gratuitas - Vagas limitadas.
Solicitação da inscrição por e-mail.
Organização: Anderson Sá

Maiores informações: 

quarta-feira, 5 de agosto de 2015 | | 0 comentários

COMO CONVENCER A EMPRESA A INVESTIR EM SEGURANÇA DO TRABALHO


Texto do Prof. Msc Mário Sobral Jr.

Uma das dificuldades de todo Profissional de Segurança do Trabalho é ter argumentos que consigam convencer a empresa a investir em melhorias para reduzir o número de acidentes e de doenças do trabalho. Neste post vamos apresentar seis tópicos que podem ajudá-lo a provar que vale muito a pena investir no nosso setor, pois caso não se invista a empresa pode perder rios de dinheiro. 

Multas pela falta de segurança Quando a empresa tem um alto índice de acidentes ou doenças do trabalho acaba sendo mais visada nas fiscalizações e com mais fiscalizações acabará pagando mais multas. 

Para o empresário ter uma noção de quanto isto pode custar, precisamos levantar todos os itens das Normas Regulamentadoras que podem vir a se tornar uma multa para a empresa decorrente de acidentes e doenças, utilizando a NR 28 que estabelece às multas.

Aumento do FAP De acordo com a Lei 8212/91, toda empresa deve pagar 20% para a previdência sobre o total das remunerações pagas aos segurados empregados e trabalhadores avulsos e de acordo com o grau de risco de sua atividade econômica deve acrescentar 1, 2 ou 3% a estes 20%. 

O FAP é aplicado justamente sobre as alíquotas de 1, 2 ou 3%. No caso da sua empresa ter excelência em Saúde e Segurança do Trabalho, poderá passar a pagar até a metade da alíquota, porém para as empresas totalmente negligentes com o trabalhador este valor pode até dobrar. 

Ações regressivas do INSS O INSS desde 1991, com base no artigo 120 da Lei 8213/91 pode e realmente tem realizado várias ações regressivas contra as empresas que não seguem a legislação de SST e como consequência acabam trazendo prejuízo para os cofres previdenciários. 

Ou seja, se houve um acidente ou doença que tenha ocorrido por uma falha da empresa, o INSS irá fazer os pagamentos previstos ao trabalhador, mas poderá solicitar à empresa o ressarcimento destes gastos por esta não ter seguido a legislação que evitaria a ocorrência do sinistro. 

Processos judiciais Se a empresa não pensa muito na segurança dos seus trabalhadores uma consequência frequente é o elevado número de processos judiciais. Além disso, em parte dos processos trabalhistas teremos a necessidade de uma perícia judicial, cujo custo acaba ficando com a empresa. 

Absenteísmo Como você já sabe, o absenteísmo está relacionado às faltas dos trabalhadores e é meio lógico que caso tenhamos postos de trabalho gerando acidentes ou doenças teremos uma maior incidência de faltas. 

Como consequência das faltas, a empresa para conseguir manter a sua produção, terá que aumentar o ritmo de trabalho e até mesmo fazer hora extra, ambas as ações com consequências à segurança, mas principalmente à saúde do trabalhador. 

Maculação da imagem da Empresa Uma empresa reconhecida pela frequência e gravidade dos acidentes acaba perdendo profissionais, não apenas os que não querem entrar, mas aqueles que estão loucos para sair. Além disso pode perder também atuais ou futuros clientes. 

E em uma fiscalização, por mais isento que seja o auditor fiscal, este pode vir a ser influenciado pelas notícias e mesmo de forma inconsciente realizar seu trabalho de forma mais rígida. 

Concluindo, nosso objetivo é convencer o empresário de que o investimento em Segurança do Trabalho é realmente vantajoso e que esta falta de investimento pode trazer um grande prejuízo para a empresa. Para isto não podemos “forçar” uma situação, ainda que seja para uma causa nobre, sempre precisaremos ter todos os argumentos respaldados. 



Disponível em: http://zanel.com.br/blog/como-convencer-a-empresa-a-investir-em-seguranca-do-trabalho/

segunda-feira, 22 de junho de 2015 | | 0 comentários

Brasileira liberta 2,3 mil trabalhadores da escravidão pelo país



veja o vídeo da matéria.:

http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/06/brasileira-liberta-mais-de-23-mil-trabalhadores-da-escravidao-pelo-pais.html

segunda-feira, 16 de março de 2015 | | 0 comentários

CONCURSO PARA TECNÓLOGO EM SEG. DO TRABALHO

A Prefeitura de Itupiranga, no Pará, divulgou a realização de um Concurso Público para o provimento de cargos efetivos no quadro de funcionários municipais.
SÃO 2 VAGAS PARA TECNÓLOGO EM SEGURANÇA DO TRABALHO.

Fonte: http://www.pciconcursos.com.br/noticias/prefeitura-de-itupiranga-pa-abre-concurso-publico-com-mais-de-300-vagas

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015 | | 0 comentários

Qual o papel do Cerest ?


Com o objetivo de garantir a promoção, prevenção, vigilância e assistência à Saúde do Trabalhador no Sistema Único de Saúde (SUS), em 2006 o governo Federal em parceria com o Estadual e Municipal criou o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest). O Cerest é uma unidade regional especializada do SUS que tem como principal objetivo a prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. O Cerest de Sete Lagoas está, desde o último mês, sob nova direção. A psicóloga Glacy Maciel é a nova coordenadora da unidade.

FUNÇÃO
O Cerest tem como principal função capacitar e promover a saúde do trabalhador formal e informal, prevenindo acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. “É no trabalho que as pessoas passam grande parte do seu tempo. Temos que realizar ações de vigilância no ambiente de trabalho das pessoas e atender, com qualidade, o cidadão que adoece em virtude do trabalho”, garantiu Glacy ressaltando que o Cerest possui uma equipe multidisciplinar com médico do trabalho, enfermeiro do trabalho, técnico de segurança do trabalho, psicólogo, assistente social, fisioterapeuta e fonoaudiólogo.
A coordenadora ressaltou que o Cerest atende não apenas Sete Lagoas, mas também toda a microrregião, totalizando 35 municípios. “O Cerest não é a porta de entrada para o primeiro atendimento ao trabalhador. As pessoas atendidas no Cerest são encaminhadas pelas unidades de saúde e/ou médico do trabalho. Quando chegam ao Cerest, passam por uma avaliação da equipe

O QUE O CEREST FAZ?
O Cerest presta atendimento especializado aos trabalhadores acometidos por doenças e/ou agravos relacionados ao trabalho. Realiza promoção e proteção dos trabalhadores, investiga as condições do ambiente laboral, utilizando dados epidemiológicos obtidos através dos atendimentos clínicos e das notificações e comunicações de acidente do trabalho (NAT e CAT), bem como informações provenientes das visitas aos locais de trabalho, em conjunto com as Vigilâncias: Epidemiológica, Sanitária e Ambiental (Vigilância em Saúde do Trabalhador).
As atividades do Cerest devem, necessariamente, estar articuladas com os demais serviços da rede do SUS e outros setores de governo que devem orientar e fornecer retaguarda, a fim de que os agravos à saúde relacionados ao trabalho possam ser atendidos em todos os níveis de atenção, de forma integral e hierarquizada.

QUEM É ATENDIDO NO CEREST?
Trabalhador encaminhado pelas unidades de saúde, trabalhador formal dos setores privados e públicos, trabalhador autônomo, trabalhador informal, trabalhador desempregado acometido de doença relacionada ao trabalho.

COMO É O ATENDIMENTO?
Uma equipe de profissionais qualificados faz um diagnóstico do estado de saúde do usuário. Constatada a relação da doença com o trabalho, ele é atendido no ambulatório de saúde do trabalhador ou e encaminhado a outros serviços especializados da rede SUS.

QUE DOCUMENTOS LEVAR?
Carteira de identidade; Carteira Profissional; Exames; Laudos; Atestados médicos relacionados com a doença ou o acidente de trabalho e comprovante de endereço.

O QUE O CEREST NÃO FAZ?
Atendimento de emergência, exames: admissionais, demissionais, periódicos e de mudança de função, atestado de saúde física ou mental e/ou processos de insalubridade ou periculosidade.


FONTE: http://www.setedias.com.br/saude/1312-