quinta-feira, 15 de julho de 2010 | | 0 comentários

PAT - O Programa de Alimentação do Trabalhador


1- O Programa de Alimentação do Trabalhador - PAT foi instituído pela Lei nº 6.321, de 14 de abril de 1976 e regulamentado pelo Decreto nº 5, de 14 de janeiro de 1991, que priorizam o atendimento aos trabalhadores de baixa renda, isto é, aqueles que ganham até cinco salários mínimos mensais.
Este Programa, estruturado na parceria entre Governo, empresa e trabalhador, tem como unidade gestora a Secretaria de Inspeção do Trabalho / Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho.









2- Avaliação do PAT.: 
Para Trabalhador
  • melhoria de suas condições nutricionais e de qualidade de vida 
  • aumento de sua capacidade física; 
  • aumento de resistência à fadiga; 
  • aumento de resistência a doenças; 
  • redução de riscos de acidentes de trabalho.

Para Empresas





  • aumento de produtividade
  • maior integração entre trabalhador e empresa 
  • redução do absenteísmo (atrasos e faltas)
  • redução da rotatividade;
  • isenção de encargos sociais sobre o valor da alimentação fornecida
  • incentivo fiscal (dedução de até quatro por cento no imposto de renda devido).

Para o Governo






  • redução de despesas e investimentos na área da saúde;
  • crescimento da atividade econômica
  • bem-estar social
fonte: http://www.mte.gov.br/empregador/pat/

quarta-feira, 7 de julho de 2010 | | 0 comentários

As siglas e seus significados




AFT - Auditor-Fiscal do Trabalho 

AHST - Agente de Higiene e Segurança do Trabalho

APR – Análise Preliminar de Riscos

ATPV - Arc Thermal Performance Value

CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho

ART - Anotação de Responsabilidade Técnica

CIF - Carteira de Identidade Fiscal (Documento que identifica o ATF - Auditor-Fiscal do Trabalho)

CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

CTPP - Comissão Tripartite Paritária Permanente 

CHA - Conhecimentos Habilidades e Atitudes

DDS – Diálogo Diário de Segurança

DORT - Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho

DSST - Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho

EPC – Equipamento de Proteção Coletiva

EPI – Equipamento de Proteção Individual

FAP – Fator Acidentário Previdenciário

FISPQ - Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico

FTA - Faut Tree Analysis - Árvore de Falhas

GHS – The Globally Harmonized System of Classification and Labelling of Chemicals - Sistema Harmonizado Globalmente para a Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos.

GHE - Grupo Homogêneo de Exposição

 GHR - Grupo Homogêneo de Risco

HAZOP - Hazard and Operability Analysis

IBUTG - Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo

ISO - International Organization for Standardization

LER – Lesão por Esforço Repetitivo

LEST - Laboratoire d´Economie et Sociologie du Travail

LOAS - Lei Orgânica da Assistência Social 

LOTO - Lock-out and Tag-out

LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho

MOPP - Movimentação Operacional de Produtos Perigosos

NHO – Norma de Higiene Ocupacional

NIOSHI  - National Institute of Occupational Safety and Health

NTE - Nexo Técnico Epidemiológico

NTEP - Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário

OWAS - OVAKO Working Posture Analysing System

OHSAS - Occupational Health and Safety Assessment Series

OS – Ordem de Serviço

PAZ - Programa de Acidente Zero

PCA – Programa de Conservação Auditiva

PCIP - Projetos de Prevenção e Combate a Incêndio e Pânico

PCMAT - Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção

PCMSO - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional

PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos

PGRS – Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

PGRSS - Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde

PPP - Perfil Profissiográfico Previdenciário

PPR – Programa de Proteção Respiratória

PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais

PPRS - Programa de Prevenção de Riscos em Prensas e Similares

RAC - Regulamento de Avaliação da Conformidade

RDO - Relatório Diário de Operação

RULA -  Rapid Upper Limb Assessment

RTP - Recomendação Técnica de Procedimentos 

SIT - Secretaria de Inspeção do Trabalho

SNT – Secretaria Nacional do Trabalho

SSMT - Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho

SSST - Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho

SASSMAQ - Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade

SEMPAT - Semana Municipal de segurança e saúde no trabalho

SEP - Sistema Elétrico de Potência

SESMT - Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho

SGA - Sistema de Gestão Ambiental

SGI - Sistema de Gestão Integrada

SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho

SOL - Segurança Organização e Limpeza

STOP - Safety Training Observation Program

segunda-feira, 28 de junho de 2010 | | 0 comentários

Atestado de Saúde Ocupacional - ASO

Atestado de Saúde Ocupacional - ASO
Para cada exame médico realizado, o médico emitirá o Atestado de Saúde Ocupacional - ASO, em 2 (duas) vias.

A primeira via do ASO ficará arquivada no local de trabalho do trabalhador, inclusive frente de trabalho ou canteiro de obras, à disposição da fiscalização do trabalho.

A segunda via do ASO será obrigatoriamente entregue ao trabalhador, mediante recibo na primeira via.

O ASO deverá conter no mínimo:


a) nome completo do trabalhador, o número de registro de sua identidade e sua função;
b) os riscos ocupacionais específicos existentes, ou a ausência deles, na atividade do empregado, conforme instruções técnicas expedidas pela Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho-SSST;
c) indicação dos procedimentos médicos a que foi submetido o trabalhador, incluindo os exames complementares e a data em que foram realizados;
d) o nome do médico coordenador, quando houver, com respectivo CRM;
e) definição de apto ou inapto para a função específica que o trabalhador vai exercer, exerce ou exerceu;
f) nome do médico encarregado do exame e endereço ou forma de contato;
g) data e assinatura do médico encarregado do exame e carimbo contendo seu número de inscrição no Conselho Regional de Medicina.

Os dados obtidos nos exames médicos, incluindo avaliação clínica e exames complementares, as conclusões e as medidas aplicadas deverão ser registrados em prontuário clínico individual, que ficará sob a responsabilidade do médico-coordenador do PCMSO.

Os registros deverão ser mantidos por período mínimo de 20 (vinte) anos após o desligamento do trabalhador.

Havendo substituição do médico, os arquivos deverão ser transferidos para seu sucessor.

sábado, 12 de junho de 2010 | | 0 comentários

DDS - Dialogo Diário de Segurança

O SESMT – Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho pode contar com diversos instrumentos para a prevenção de acidentes e conscientização dos colaboradores para a prática de atos seguros como as CIPA’s por exemplo. Atualmente uma nova ferramenta vem ganhando espaço e sendo utilizada cada vez mais por profissionais como técnicos de segurança do trabalho.
Trata-se do DDS – Diálogo Diário de Segurança que constitui basicamente na reserva de um pequeno espaço de tempo, recomendado antes do inicio das atividades diárias na empresa e com duração de 5 a 15 minutos, para a discussão e instruções básicas de assuntos ligados à segurança no trabalho que devem ser utilizadas e praticadas por todos os participantes.




Veja abaixo 10 dicas importantes para um bom DDS – Diálogo Diário de Segurança:
1. Tenha sempre em mente o objetivo do DDS: “Criar condições para que os trabalhadores possam trocar informações, apresentar idéias, comentar dúvidas e dificuldades relacionadas à Saúde, Segurança e Meio Ambiente”.
2. Considerando sempre as características do grupo, busque temas interessantes e atuais. Peça sugestões, pesquise na internet, jornais, traga “causos” interessantes. Use acontecimentos do dia-a-dia da equipe como algo ocorrido com familiares, no trânsito, fatos importantes divulgados pela imprensa, entre outros assuntos que possam servir de fonte de informação ao grupo.
3. Faça um DDS sobre o “DDS” explicando o seu objetivo e funcionamento. Deixe claro a importância da participação ativa de todos.
4. Incentive a participação do grupo, convidando-os a conduzirem o DDS. Você pode elaborar uma escala de rodízios, repassando essas dicas ao próximo coordenador. Combine com o grupo, dias e horários apropriados; planeje o local e o assunto a ser tratado.
5. Exponha o assunto de forma clara e com linguagem adequada, considerando o nível de entendimento dos participantes.
6. Em média utiliza-se 5 a 15 minutos para realização do DDS, podendo variar de acordo com o interesse do grupo, a importância do tema e a habilidade do apresentador que está coordenando.
7. Como o próprio nome já diz, o Diálogo Diário de Segurança é um instrumento recomendado para uso diário. Fica a critério do grupo, estipular a periodicidade mais apropriada para a utilização do mesmo.
8. Eventualmente, convide profissionais de outras áreas para falar sobre temas técnicos. Poderão ser convidados médicos, enfermeiros, psicólogos, engenheiros, técnicos, ou seja, pessoas que conheçam mais o fundo o tema a ser tratado.
9. Utilize os últimos minutos para conclusão da idéia inicial. Deixe aberto para exposição de idéias do grupo. Tenha cuidado com sugestões para que não tenha conotação de promessa, pois se a mesma não for cumprida o DDS (e até o próprio instrutor) poderá perder a credibilidade.
10. É importante registrar o DDS. Utilize os procedimentos da empresa, ou crie um procedimento próprio. Data, duração, local, assunto abordado, nomes e número de participantes, são dados que podem conter no registro. O registro possibilita o gerenciamento do DDS como ferramenta para a identificação de novos temas e dos temas já abordados, evitando a repetição dos mesmos. Também serve para acompanhamento da participação dos integrantes do grupo durante as reuniões.

Fonte: www.comportamento.com.br

quinta-feira, 3 de junho de 2010 | | 0 comentários

Certificado de Aprovação de Equipamento de Proteção Individual - CAEPI

CONSULTA:

Pesquisa de CA direto do site do MTE confira!

http://www.mte.gov.br/sistemas/caepi/pesquisarcainternetxsl.asp